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Ok, so here goes first lesson:
Oração coordenada assindética e oração coordenada copulativa sindética
Na coordenação sindética, uma das orações coordenadas é introduzida por uma conjunção:
(1) «As crianças foram ao cinema e comeram pipocas.»
Na coordenação assindética, as orações coordenadas são justapostas, não havendo qualquer conjunção a uni-las:
(2) «A Maria foi ao cinema, o João ficou em casa.»
Por conseguinte, na frase que apresenta, estamos perante uma estrutura de coordenação sindética, uma vez que uma das orações coordenadas é introduzida pela conjunção copulativa e: «e observou o teatro Rivoli».
Quanto ao estatuto da primeira oração: «O João foi ao Porto», a mesma era designada tradicionalmente por oração coordenante, visto preceder lógica e formalmente a segunda oração.
A linguística actual designa-a simplesmente por primeira oração coordenada.
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Part 2:
Quando não usar crase?
Não ocorre crase:
Antes de substantivos masculinos:
Ocorre crase:
Antes de palavras femininas em construções frásicas com substantivos e adjetivos que pedem a preposição a e com verbos cuja regência é feita com a preposição a, indicando a quem algo se refere, como: agradecer a, pedir a, dedicar a,…
O uso do acento grave indicativo de crase é facultativo:
Antes de pronomes possessivos:
Em algumas situações, o uso da crase fica sujeito a verificação:
Antes de nomes de localidades: Apenas ocorre crase antes de nomes de localidades que admitam a anteposição do artigo a quando regidos pela preposição a. Uma forma fácil de verificar se há anteposição do artigo a é substituir a preposição a pelas preposições de ou em.
Contração da preposição a com artigo definido feminino a: a + a = à
Contração da preposição de com artigo definido feminino a: de + a = da
Contração da preposição em com artigo definido feminino a: em + a = na
Havendo contração com as preposições de e em, ficando da e na, também haverá contração com a preposição a, ficando à:
A crase é a contração de duas vogais iguais, sendo a contração mais comum a da preposição a com o artigo definido feminino a (a + a = à).
a + aquele = àquele;
a + aquela = àquela;
a + aquilo = àquilo.
Uma forma fácil de verificar a existência ou não da crase em diversas situações é substituir o substantivo feminino por um substantivo masculino e verificar se haverá ou não a presença da preposição a contraindo com o artigo definido a.
Contração da preposição a com artigo definido feminino a: a + a = à
Contração da preposição a com artigo definido masculino o: a + o = ao
Dúvida no uso da crase: “Vou à praia” ou “Vou a praia”?
Substituição por um substantivo no masculino: Substituição de praia por parque.
Reconstrução da dúvida com o substantivo masculino: “Vou ao parque” ou “Vou o parque”?
Generalização da resposta correta: A forma correta é “Vou ao parque”, com a contração ao. Assim, a forma correta também será “Vou à praia”, com a contração à.
Dúvida no uso da crase: “Vale à pena” ou “Vale a pena”?
Substituição por um substantivo no masculino: Substituição de pena por sacrifício.
Reconstrução da dúvida com o substantivo masculino: “Vale ao sacrifício” ou “Vale o sacrifício”?
Generalização da resposta correta: A forma correta é “Vale o sacrifício”, sem a contração ao. Assim, a forma correta também será “Vale a pena”, sem a contração à.
Atenção!
Mais importante do que decorar regras de quando usar ou não usar crase, o correto uso da crase depende de um bom conhecimento estrutural da língua e de uma capacidade de análise do enunciado frásico, sendo importante compreender que não ocorre crase se houver apenas a preposição a, ou apenas o artigo definido a ou apenas o pronome demonstrativo a. Para que haja crase, é preciso que haja uma sequência de duas vogais iguais, que sofrem contração, formando crase.
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Welcome to the most difficult language of America.
And I didnt even started about "porque" "Por que" and "porquê"
Oração coordenada assindética e oração coordenada copulativa sindética
Na coordenação sindética, uma das orações coordenadas é introduzida por uma conjunção:
(1) «As crianças foram ao cinema e comeram pipocas.»
Na coordenação assindética, as orações coordenadas são justapostas, não havendo qualquer conjunção a uni-las:
(2) «A Maria foi ao cinema, o João ficou em casa.»
Por conseguinte, na frase que apresenta, estamos perante uma estrutura de coordenação sindética, uma vez que uma das orações coordenadas é introduzida pela conjunção copulativa e: «e observou o teatro Rivoli».
Quanto ao estatuto da primeira oração: «O João foi ao Porto», a mesma era designada tradicionalmente por oração coordenante, visto preceder lógica e formalmente a segunda oração.
A linguística actual designa-a simplesmente por primeira oração coordenada.
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Part 2:
Quando não usar crase?
Não ocorre crase:
Antes de substantivos masculinos:
- Gosto de andar a pé.
- Este passeio será feito a cavalo.
- Será estipulado um tipo de pagamento a prazo.
- Escreve a lápis, assim podemos apagar o que for preciso.
- Não sei se ela chegou a falar sobre esse assunto.
- Meu filho está aprendendo a cantar essa música na escola.
- O arquiteto está começando a renovar essa casa.
- Meu irmão se dispôs a ajudar no que fosse necessário.
- Desejamos a todos um bom fim de semana.
- Você já pediu ajuda a alguém?
- Dei todos os meus carrinhos a ele.
- Refiro-me a quem nunca esteve presente nas reuniões.
- Não entregamos o trabalho à mesma professora.
- Eu pedi a fatura à própria gerente do estabelecimento.
- Solicitei à senhora que não fizesse mais reclamações.
- Esta é a reportagem à qual me referi.
- Estamos estudando as expressões mais usadas pelos falantes no dia a dia.
- Gota a gota, minha paciência foi enchendo!
- Preciso conversar com você face a face.
- Por favor, permaneçam lado a lado.
- Este artigo se refere a pessoas que estão desempregadas.
- A polêmica foi relativa a mulheres defensoras da emancipação feminina.
- As bolsas de estudo foram concedidas a alunas estrangeiras.
- Este artigo se refere às pessoas que estão desempregadas.
- A polêmica foi relativa às mulheres defensoras da emancipação feminina.
- As bolsas de estudo foram concedidas às alunas estrangeiras.
- O número de concorrentes chegou a quinhentos e vinte e sete.
- O hotel fica a dois quilômetros daqui.
- O motorista conduzia a 180 km/h.
Ocorre crase:
Antes de palavras femininas em construções frásicas com substantivos e adjetivos que pedem a preposição a e com verbos cuja regência é feita com a preposição a, indicando a quem algo se refere, como: agradecer a, pedir a, dedicar a,…
- Aquele aluno nunca está atento à aula.
- Suas atitudes são idênticas às de sua irmã.
- Não consigo ser indiferente à falta de respeito dessa menina!
- É importante obedecer às regras de funcionamento da escola.
- As testemunhas assistiram à cena impávidas e serenas.
- Ligo-te hoje à noite.
- Ele está completamente à parte do grupo.
- A funcionária apenas conseguiu a promoção à custa de muito esforço.
- Meu filho mais velho está completamente à deriva: não estuda, não trabalha, não faz nada.
- Decisões à Pedro Neves. (à maneira de Pedro Neves)
- Estilo à Paulo Sousa. (à moda de Paulo Sousa)
- Meu filho acorda todos os dias às seis da manhã.
- Chegaremos a Brasília às 22h.
- A missa começará à meia-noite.
- Estou esperando você desde as seis horas.
- Marcaram o almoço para as duas horas da tarde.
- Vou lavar a mão na pia.
- Vou lavar à mão a roupa delicada.
- Ele pôs a venda nos olhos.
- Ele pôs à venda o carro.
- Ela trancou a chave na gaveta.
- Ela trancou à chave a porta.
- Estudei a distância.
- Estudei à distância.
O uso do acento grave indicativo de crase é facultativo:
Antes de pronomes possessivos:
- Na festa de Natal, fizeram referência a minha falecida mãe.
- Na festa de Natal, fizeram referência à minha falecida mãe.
- Enviei cartas a Heloísa.
- Enviei cartas à Heloísa.
- Em seu discurso sobre poesia, fez referência a Cecília Meireles.
- A cerimônia foi em homenagem a Clarice Lispector.
- Não desistiremos, iremos até as últimas consequências.
- Não desistiremos, iremos até às últimas consequências.
Em algumas situações, o uso da crase fica sujeito a verificação:
Antes de nomes de localidades: Apenas ocorre crase antes de nomes de localidades que admitam a anteposição do artigo a quando regidos pela preposição a. Uma forma fácil de verificar se há anteposição do artigo a é substituir a preposição a pelas preposições de ou em.
Contração da preposição a com artigo definido feminino a: a + a = à
Contração da preposição de com artigo definido feminino a: de + a = da
Contração da preposição em com artigo definido feminino a: em + a = na
Havendo contração com as preposições de e em, ficando da e na, também haverá contração com a preposição a, ficando à:
- Vim da Bahia.
- Estou na Bahia.
- Vou à Bahia no próximo mês.
- Vim de Brasília.
- Estou em Brasília.
- Vou a Brasília no próximo mês.
- Cheguei à Brasília dos políticos corruptos.
- Regressei à Curitiba de minha infância.
- Fui à terra onde meu pai nasceu. (localidade identificada)
- O astronauta regressou à Terra trinta dias após sua partida. (Planeta Terra)
- Os marinheiros chegaram a terra de madrugada. (chão indeterminado)
- Regresso a casa sempre que posso. (Sem adjunto adnominal)
- Regresso à casa de meus pais sempre que posso. (Com adjunto adnominal)
A crase é a contração de duas vogais iguais, sendo a contração mais comum a da preposição a com o artigo definido feminino a (a + a = à).
- Dei a indicação à senhora mas ela não a entendeu. (a + a = à)
- Os alunos pediram um favor à professora. (a + a = à)
a + aquele = àquele;
a + aquela = àquela;
a + aquilo = àquilo.
- Fui àquele serviço para resolver esse problema. (a + aquele = àquele)
- Apenas dou a encomenda àquela funcionária. (a + aquela = àquela)
- Refiro-me àquilo que aconteceu semana passada. (a + aquilo = àquilo)
Uma forma fácil de verificar a existência ou não da crase em diversas situações é substituir o substantivo feminino por um substantivo masculino e verificar se haverá ou não a presença da preposição a contraindo com o artigo definido a.
Contração da preposição a com artigo definido feminino a: a + a = à
Contração da preposição a com artigo definido masculino o: a + o = ao
Dúvida no uso da crase: “Vou à praia” ou “Vou a praia”?
Substituição por um substantivo no masculino: Substituição de praia por parque.
Reconstrução da dúvida com o substantivo masculino: “Vou ao parque” ou “Vou o parque”?
Generalização da resposta correta: A forma correta é “Vou ao parque”, com a contração ao. Assim, a forma correta também será “Vou à praia”, com a contração à.
Dúvida no uso da crase: “Vale à pena” ou “Vale a pena”?
Substituição por um substantivo no masculino: Substituição de pena por sacrifício.
Reconstrução da dúvida com o substantivo masculino: “Vale ao sacrifício” ou “Vale o sacrifício”?
Generalização da resposta correta: A forma correta é “Vale o sacrifício”, sem a contração ao. Assim, a forma correta também será “Vale a pena”, sem a contração à.
Atenção!
Mais importante do que decorar regras de quando usar ou não usar crase, o correto uso da crase depende de um bom conhecimento estrutural da língua e de uma capacidade de análise do enunciado frásico, sendo importante compreender que não ocorre crase se houver apenas a preposição a, ou apenas o artigo definido a ou apenas o pronome demonstrativo a. Para que haja crase, é preciso que haja uma sequência de duas vogais iguais, que sofrem contração, formando crase.
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Welcome to the most difficult language of America.
And I didnt even started about "porque" "Por que" and "porquê"